Beleza

Deixando o cabelo crescer

September 13, 2015

Desde criança sempre mantive o cabelo bem curto. Porém, já fiz de quase tudo com meus fios. Apesar da falta de comprimento ser um pouco limitadora, durante os anos 90 ia para a escola de topete modelado com gel, depois veio uma fase de cabeça raspada, evoluí para a franjona Rihanna, descolori, fui loiro e silver cinza. Minha aventura mais atual, no entanto, tem sido deixar crescer.

Essa é uma tarefa bem difícil, já que a praticidade do curto é imbatível. Já estou na quarta tentativa. Todas as outras desistências foram porque comecei a ficar com o cabelo volumoso de um jeito incontrolável, que nem tiara, elástico ou grampos deram conta. Mas acredito que agora vai. É que ao invés de abandonar o cabelo como mato que cresce, estou aparando, mantendo o corte. Parece óbvio, mas não havia feito isso e agora tenho conseguido criar estágios de crescimento gerenciáveis. Em outras palavras: estou curtindo enquanto meus fios não chegam ao comprimento final; coisa que nunca aconteceu. Antes era tortura garantida ficar com a peruca feia por meeeeeses…

O mais complicado é deixar o mullet crescer. Como a maioria dos meus cortes envolvia as laterais raspadas, elas acabam sendo as partes que mais demoram para ganhar comprimento. A franja mais longa é que traz diversão garantida: jogada de lado, para trás, lisa ou ondulada; vale tudo. Nessa jornada me apaixonei por sprays de sal, que ondulam e me deixam com messy hair. Além disso, voltei a usar gel fixador para criar um look molhado, ou spray para dar textura e evitar que a toda hora a franja caia na cara. Vamos ver se finalmente conseguirei chegar ao meu desejado tamanho médio, meio bob. Wish me luck!

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